O Estágio Curricular
A realização do Curso de Pedagogia da UFRGS, na modalidade à distância, possibilitou uma grande reflexão sobre teorias e práticas. Aos poucos foram sendo fomentadas as possibilidades de aplicabilidade na prática das teorias estudadas ao longo do curso.
Percebi o quanto é importante o professor colocar-se na condição de aluno, ou seja, aprender junto com este e ter a humildade para admitir certas coisas. Um exemplo bem simples em que aprendi e aprendo junto com meus alunos é com o uso das tecnologias, pois sei que domino diversas ferramentas tecnológicas, no entanto ainda tenho diversas limitações e muitas possibilidades de aprender.
Constatei o quanto é importante às saídas de campo para a aprendizagem das crianças, através destas as crianças mantinham-se motivadas e estimuladas. Percebi a importância da vivência através do concreto para se obter conhecimento e assimilação da aprendizagem. Através das saídas de campo as crianças não aprendem somente conteúdos, mas sim aprendem a conviver em grupo, a comportar-se socialmente, a descobrir que existem outros mundos que não somente aquele em que estão acostumados e habituados.
Aprendi o quanto é importante o planejamento e ações do professor. O planejamento a partir da realidade da turma pode desencadear verdadeiras aprendizagens significativas, tanto para professores, quanto para os alunos. Percebi a importância da motivação e do incentivo ao desenvolvimento de uma melhor autoestima das crianças. A autoestima e a motivação são fatores essenciais para promover aprendizagens, principalmente, naqueles alunos que apresentam dificuldades.
Através do Estágio Curricular percebi que todos, independente de seu histórico e comportamento, têm a capacidade e o direito de aprender e, por isso, devemos sempre esperar o melhor de cada um. Todo professor deve analisar cada caso, olhar para as dificuldades de aprendizagens e também de convivência, pensar em estratégias e criar o melhor ambiente para a aprendizagem. Também aprendi que envolver os pais nesse processo ajuda e muito em todos os aspectos.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Semestre 2009-2
Pensar em um ensino de qualidade e que contemple a todos de forma igualitária e inclusiva, é o sonho de todo o profissional que procura proporcionar uma educação de maneira a atingir todas as classes da população brasileira.
No semestre 2009-2, trabalhamos com algumas interdisciplinas que nos fizeram refletir sobre o Sistema de Ensino que é aplicado em nossas escolas com suas convergências, divergências e complementaridades. Tanto em Didática quanto a EJA, em Linguagem e Educação, e, em Libras, podemos identificar diversos conceitos que vão desde a inclusão, a formação dos profissionais da Educação, as políticas públicas, a acessibilidade até as condições físicas, estruturais e pedagógicas das escolas.
Também constatamos que temos uma escola desconectada da comunidade em que está inserida, isto é, cada vez mais a escola assume responsabilidades que não se limitam somente à aprendizagem, mas que também estão ligadas a valores, disciplina, limites e até mesmo assistencial. A escola trabalha dentro da comunidade de forma isolada, isto é, faltam articulações e parcerias com os pais e familiares.
Levando em consideração que a maioria dos nossos alunos pertencem ao grupo social dos excluídos que por “n” razões apresentam diversas dificuldades que vão desde a linguagem oral e suas leituras de mundo que trazem para a escola até a forma em que a escola está estruturada tanto fisicamente quanto pedagogicamente. A escola oferece um ensino que não contempla o que os alunos estão buscando, seja pela falta de preparação e formação adequada de seus professores ou pelas práticas pedagógicas totalmente fora daquilo que buscam estes. Os alunos procuram encontrar na escola práticas que facilitem a leitura do mundo em que estes estão inseridos, ou seja, eles querem aprender a compreender situações que necessitam utilizar no seu dia-a-dia.
Nesse eixo, o que mais me chamou a atenção foi o fato de que escola deve pensar em ações que venham de encontro as verdadeiras necessidades de seus alunos, isto é, que o planejamento, a didática e a avaliação estejam voltadas para promover atividades que possibilitem aprendizagens significativas para os alunos.
Os alunos precisam sentir-se inseridos no processo de ensino e de aprendizagem e não ao contrário. Para isso está na mão dos profissionais que lidam com educação, principalmente, o professor que atua diretamente em sala de aula. O professor, muitas vezes, não se dá conta do poder que exerce sobre seus alunos, ele pode atuar como um divisor de águas, deixando marcas que serão levadas por toda a vida.
No semestre 2009-2, trabalhamos com algumas interdisciplinas que nos fizeram refletir sobre o Sistema de Ensino que é aplicado em nossas escolas com suas convergências, divergências e complementaridades. Tanto em Didática quanto a EJA, em Linguagem e Educação, e, em Libras, podemos identificar diversos conceitos que vão desde a inclusão, a formação dos profissionais da Educação, as políticas públicas, a acessibilidade até as condições físicas, estruturais e pedagógicas das escolas.
Também constatamos que temos uma escola desconectada da comunidade em que está inserida, isto é, cada vez mais a escola assume responsabilidades que não se limitam somente à aprendizagem, mas que também estão ligadas a valores, disciplina, limites e até mesmo assistencial. A escola trabalha dentro da comunidade de forma isolada, isto é, faltam articulações e parcerias com os pais e familiares.
Levando em consideração que a maioria dos nossos alunos pertencem ao grupo social dos excluídos que por “n” razões apresentam diversas dificuldades que vão desde a linguagem oral e suas leituras de mundo que trazem para a escola até a forma em que a escola está estruturada tanto fisicamente quanto pedagogicamente. A escola oferece um ensino que não contempla o que os alunos estão buscando, seja pela falta de preparação e formação adequada de seus professores ou pelas práticas pedagógicas totalmente fora daquilo que buscam estes. Os alunos procuram encontrar na escola práticas que facilitem a leitura do mundo em que estes estão inseridos, ou seja, eles querem aprender a compreender situações que necessitam utilizar no seu dia-a-dia.
Nesse eixo, o que mais me chamou a atenção foi o fato de que escola deve pensar em ações que venham de encontro as verdadeiras necessidades de seus alunos, isto é, que o planejamento, a didática e a avaliação estejam voltadas para promover atividades que possibilitem aprendizagens significativas para os alunos.
Os alunos precisam sentir-se inseridos no processo de ensino e de aprendizagem e não ao contrário. Para isso está na mão dos profissionais que lidam com educação, principalmente, o professor que atua diretamente em sala de aula. O professor, muitas vezes, não se dá conta do poder que exerce sobre seus alunos, ele pode atuar como um divisor de águas, deixando marcas que serão levadas por toda a vida.
domingo, 17 de outubro de 2010
Semestre 2009-1
Iniciei o ano de 2009, com uma grande mudança no âmbito profissional. Após dez anos de parceria atuando em projetos extra classe retorno a rede municipal de ensino do município de Sapiranga, do qual possuo concurso público desde 1989. Tive que reorganizar toda a minha rotina, pois não podia deixar de dar continuidade a realização do curso de Pedagogia. Como toda a mudança nos deixa assustado e com medo do incerto, fiquei apreensiva pelo que teria que enfrentar.
No entanto o fato de estar realizando o curso de Pedagogia me deu embasamento e segurança para enfrentar os desafios de atuar novamente no ensino regular. Também na escola a fui designada encontrei três colegas de PEAD e isso nos proporcionou uma parceria grande onde podemos compartilhar trocas e colocar em prática algumas aprendizagens aprendidas como estudantes.
No semestre 2009-1, realizamos as interdisciplinas de Psicologia da Educação II, Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, Questões Étnicos Raciais, Filosofia e Seminário Integrador VI. Essas interdisciplinas foram muito interessantes, pois nos proporcionaram uma grande reflexão sobre a importância da verdadeira inclusão social. Também constamos que ao tratarmos de Filosofia e Questões Étnicos Raciais estamos também tratando da inclusão social. Podemos perceber que povo brasileiro é fruto de uma grande miscigenação de raças, onde os pobres, índios e negros são historicamente discriminados e tratados como inferiores perante, principalmente, aos brancos.
Compreendemos que para termos uma inclusão social de qualidade precisamos estar preparadas para tratarmos dos diferentes casos que teremos em nossas salas de aula. Por isso foi muito importante o que aprendemos em Psicologia, mais especificamente estudando um pouco sobre a epistemologia da genética, que segundo Piaget, precisa levar em consideração os estágios do desenvolvimento humano, o método clínico e também a importância da ação do professor no processo de aprendizagens dos alunos.
Em nossas escolas municipais estava sendo implantada a filosofia para os alunos de anos iniciais, nesse aspecto foi bastante válido a interdisciplina de Filosofia que nos mostrou a importância de trabalharmos com a reflexão e discussão sobre os temas existenciais e principalmente, quem são as nossas crianças e o que pensam sobre a sociedade que estão inseridas. Com a perda de alguns valores deixados de ser passado pelas famílias por “n” motivos, é importante a filosofia proporcionar esse espaço para a reflexão e tomada de consciência de crianças e jovens estudantes.
No Seminário Integrador VI, destacou-se a realização de Projetos de Aprendizagem. Com PA, descobrimos a forma de trabalhar de forma interativa, respeitando as individualidades de cada uma, mas sempre tentando inseri-las no avanço coletivo. Aprendemos que crescemos quando respeitamos as diferenças e aproveitamos para buscar aprendizagem colabotativas.
No entanto o fato de estar realizando o curso de Pedagogia me deu embasamento e segurança para enfrentar os desafios de atuar novamente no ensino regular. Também na escola a fui designada encontrei três colegas de PEAD e isso nos proporcionou uma parceria grande onde podemos compartilhar trocas e colocar em prática algumas aprendizagens aprendidas como estudantes.
No semestre 2009-1, realizamos as interdisciplinas de Psicologia da Educação II, Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, Questões Étnicos Raciais, Filosofia e Seminário Integrador VI. Essas interdisciplinas foram muito interessantes, pois nos proporcionaram uma grande reflexão sobre a importância da verdadeira inclusão social. Também constamos que ao tratarmos de Filosofia e Questões Étnicos Raciais estamos também tratando da inclusão social. Podemos perceber que povo brasileiro é fruto de uma grande miscigenação de raças, onde os pobres, índios e negros são historicamente discriminados e tratados como inferiores perante, principalmente, aos brancos.
Compreendemos que para termos uma inclusão social de qualidade precisamos estar preparadas para tratarmos dos diferentes casos que teremos em nossas salas de aula. Por isso foi muito importante o que aprendemos em Psicologia, mais especificamente estudando um pouco sobre a epistemologia da genética, que segundo Piaget, precisa levar em consideração os estágios do desenvolvimento humano, o método clínico e também a importância da ação do professor no processo de aprendizagens dos alunos.
Em nossas escolas municipais estava sendo implantada a filosofia para os alunos de anos iniciais, nesse aspecto foi bastante válido a interdisciplina de Filosofia que nos mostrou a importância de trabalharmos com a reflexão e discussão sobre os temas existenciais e principalmente, quem são as nossas crianças e o que pensam sobre a sociedade que estão inseridas. Com a perda de alguns valores deixados de ser passado pelas famílias por “n” motivos, é importante a filosofia proporcionar esse espaço para a reflexão e tomada de consciência de crianças e jovens estudantes.
No Seminário Integrador VI, destacou-se a realização de Projetos de Aprendizagem. Com PA, descobrimos a forma de trabalhar de forma interativa, respeitando as individualidades de cada uma, mas sempre tentando inseri-las no avanço coletivo. Aprendemos que crescemos quando respeitamos as diferenças e aproveitamos para buscar aprendizagem colabotativas.
domingo, 10 de outubro de 2010
Quitando Débitos...
No decorrer dos quatros semestres, nos anos de 2007 e 2008, nós, as cinqüentas alunas e o colega Édson, que entramos em 2007-1, tivemos um débito a realizar quatro interdisciplinas que foram realizadas pelas colegas que entraram no segundo semestre de 2006. As interdisciplinas eram Seminário Integrador I, que realizamos em 2007-1, Escola, Projeto pedagógico e Currículo, em 2007-2, Tecnologia na Educação, em 2008-1 e Escola, Cultura e Sociedade em 2008-2.
Nós que entramos em 2007-1, carregamos por dois anos esse débito, mas conseguimos realizar com êxito, apesar de ficar ainda mais pesado.As interdisciplinas de TICs e Escola e Projeto Político edagógico e Currículo, foram as que mais me chamaram atenção e das quais tenho algumas lembranças. TICs, porque como já mencionei era analfabeta em tecnologias, então cada atividade que a professora passava era muito difícil, não entendia nada, precisei de muita ajuda. A qual sempre recebi das tutoras e de algumas colegas, que tinham um maior conhecimento em tecnologias, mas como também precisavam realizar as suas atividades não tinham como ajudar o tempo todo. Foi sofrido, no entanto, percebo o quanto foi importante para a minha evolução nas aprendizagens tecnológicas tão importantes tanto para minha vida como estudante como também profissional e pessoal.
A disciplina de Projeto Pedagógico, nos trouxe a importância do PPP na escola. Era algo que todos os anos, em reuniões era lido e atualizado, mas pouco compreendido por mim. A partir desta disciplina pude perceber o quanto é importante o PPP da escola, é o coração da mesma. Muitos professores não sabem, não se dão conta de sua importância. Todas as nossas decisões referentes as turmas de alunos devem estar de acordo com o PPP da escola. É um documento que deveria ser lido seguidamente, para estarmos cientes sobre as propostas da escola e os resultados que esta quer alcançar a partir de determinadas ações.
Então concluímos 2008 com o débito de 2006 quitado, ufa, que bom....
Nós que entramos em 2007-1, carregamos por dois anos esse débito, mas conseguimos realizar com êxito, apesar de ficar ainda mais pesado.As interdisciplinas de TICs e Escola e Projeto Político edagógico e Currículo, foram as que mais me chamaram atenção e das quais tenho algumas lembranças. TICs, porque como já mencionei era analfabeta em tecnologias, então cada atividade que a professora passava era muito difícil, não entendia nada, precisei de muita ajuda. A qual sempre recebi das tutoras e de algumas colegas, que tinham um maior conhecimento em tecnologias, mas como também precisavam realizar as suas atividades não tinham como ajudar o tempo todo. Foi sofrido, no entanto, percebo o quanto foi importante para a minha evolução nas aprendizagens tecnológicas tão importantes tanto para minha vida como estudante como também profissional e pessoal.
A disciplina de Projeto Pedagógico, nos trouxe a importância do PPP na escola. Era algo que todos os anos, em reuniões era lido e atualizado, mas pouco compreendido por mim. A partir desta disciplina pude perceber o quanto é importante o PPP da escola, é o coração da mesma. Muitos professores não sabem, não se dão conta de sua importância. Todas as nossas decisões referentes as turmas de alunos devem estar de acordo com o PPP da escola. É um documento que deveria ser lido seguidamente, para estarmos cientes sobre as propostas da escola e os resultados que esta quer alcançar a partir de determinadas ações.
Então concluímos 2008 com o débito de 2006 quitado, ufa, que bom....
sábado, 2 de outubro de 2010
Semestre 2008-2
Neste semestre estou mais familiarizada com o uso das tecnologias e também tendo mais autonomia tendo uma autonomia muito maior. Com o uso do pendriwe passo a realizar muitas atividades em casa, diminuindo as idas ao Polo.
Realizamos algumas interdisciplinas como Gestão da Escola e Organização da escola que muito contribuíram para a compreensão de alguns elementos fundamentais para a prática educacional. Como somos professoras atuantes há bastante tempo, temos o domínio da prática, sabemos como funciona isto ou aquilo. No entanto, ficou claro, para nós que a prática em se tratando de políticas educacionais, nem sempre condiz com a realidade.
Um exemplo concreto é de como funciona a gestão democrática, nosso município se diz um gestor democrático, entretanto, apresenta uma democracia mascarada por entorno político de gestão voltada para os interesses de poucos. Percebemos o quanto nós professores precisamos nos apropriar de determinados conceitos e direitos relacionados à educação para podermos agir com mais autonomia, buscando sempre o melhor para se oferecer uma educação de qualidade e que promova cidadão críticos e transformadores.
Também me chamou a atenção foi o trabalho em grupo que passamos a realizar através da realização do Projeto de Aprendizagem. Precisamos aprender a trabalhar de forma cooperativa e a distância para realização do Projeto de Aprendizagem. Percebemos as dificuldades que temos em trabalhar em grupo, pois precisamos avançar sempre coletivamente, no entanto, precisa-se respeitar as particularidades e diferenças de cada componente do grupo, procurando sempre incluir e não excluir. O ponto positivo dessa forma de trabalho é que passamos a conhecer melhor alguns colegas e passamos a ter uma aproximação de amizade além de sermos colegas de curso.
Não poderia deixar de ressaltar aqui o quanto foi importante a interdisciplina de Psicologia da Vida adulta, que nos levou a refletir sobre os diferentes aspectos dessa fase. Também trabalhando em grupo procuramos aprofundar melhor os estudos para a Melhor Idade, focada, principalmente na vida que levam essas pessoas nos Asilos. Foi muito interessante a constatação, de que na maioria das vezes, a vida é uma grande plantação, onde semeamos e colhemos aquilo que plantamos. A semeadura é opcional, no entanto, a colheita é obrigatória.
O sistema de avaliação do PEAD, é através de conceitos A, B, C e D. Sempre fui e sou uma aluna dedicada, mas com as minhas limitações sempre tive, nos semestres anteriores alguns “B”, mas neste semestre 2008-2 fechei com chave de ouro, ou seja, tirei conceito “A” em tudo, isso me deixou muito, mas muito feliz, pois ali estava o reflexo de todo o meu esforço e comprometimento de aluna e profissional.
Realizamos algumas interdisciplinas como Gestão da Escola e Organização da escola que muito contribuíram para a compreensão de alguns elementos fundamentais para a prática educacional. Como somos professoras atuantes há bastante tempo, temos o domínio da prática, sabemos como funciona isto ou aquilo. No entanto, ficou claro, para nós que a prática em se tratando de políticas educacionais, nem sempre condiz com a realidade.
Um exemplo concreto é de como funciona a gestão democrática, nosso município se diz um gestor democrático, entretanto, apresenta uma democracia mascarada por entorno político de gestão voltada para os interesses de poucos. Percebemos o quanto nós professores precisamos nos apropriar de determinados conceitos e direitos relacionados à educação para podermos agir com mais autonomia, buscando sempre o melhor para se oferecer uma educação de qualidade e que promova cidadão críticos e transformadores.
Também me chamou a atenção foi o trabalho em grupo que passamos a realizar através da realização do Projeto de Aprendizagem. Precisamos aprender a trabalhar de forma cooperativa e a distância para realização do Projeto de Aprendizagem. Percebemos as dificuldades que temos em trabalhar em grupo, pois precisamos avançar sempre coletivamente, no entanto, precisa-se respeitar as particularidades e diferenças de cada componente do grupo, procurando sempre incluir e não excluir. O ponto positivo dessa forma de trabalho é que passamos a conhecer melhor alguns colegas e passamos a ter uma aproximação de amizade além de sermos colegas de curso.
Não poderia deixar de ressaltar aqui o quanto foi importante a interdisciplina de Psicologia da Vida adulta, que nos levou a refletir sobre os diferentes aspectos dessa fase. Também trabalhando em grupo procuramos aprofundar melhor os estudos para a Melhor Idade, focada, principalmente na vida que levam essas pessoas nos Asilos. Foi muito interessante a constatação, de que na maioria das vezes, a vida é uma grande plantação, onde semeamos e colhemos aquilo que plantamos. A semeadura é opcional, no entanto, a colheita é obrigatória.
O sistema de avaliação do PEAD, é através de conceitos A, B, C e D. Sempre fui e sou uma aluna dedicada, mas com as minhas limitações sempre tive, nos semestres anteriores alguns “B”, mas neste semestre 2008-2 fechei com chave de ouro, ou seja, tirei conceito “A” em tudo, isso me deixou muito, mas muito feliz, pois ali estava o reflexo de todo o meu esforço e comprometimento de aluna e profissional.
domingo, 26 de setembro de 2010
Semestre 2008-1
Realizamos interdisciplinas muito importantes para a nossa prática docente. Matemática e Estudos Sociais sob a perspectiva apresentada nos levaram a refletir sobre o que ensinar? Por que ensinar? Quem vai aprender? E como vai aprender?
A partir de tais reflexões procurei inserir em meu planejamento atividades práticas e significativas principalmente para os meus alunos. O resgate de memórias e locais de memórias trazendo para o contexto atual fazendo com crianças e adultos possam reconhecer-se como sujeitos ativos na sociedade.
No ambientes virtuais, como por exemplo, participação nos Fóruns, percebe-se uma postura mais segura de minhas ideias, interagindo significativamente com demais colegas e professores.
Entretanto, pessoalmente, algo ficou marcado, no decorrer deste semestre, isto é, as minhas dificuldades com o domínio das tecnologias se fez muito presente. Talvez nem tenham sido percebidas por professores e colegas, pois sempre estive com as atividades em dia, mas chorei, de raiva e frustração realizando as atividades relacionadas a interdisciplina de Tecnologia na Educação.
Segundo Piaget, para aprender é preciso desestruturar para aprender reconstruir. Acredito que foi assim que consegui aprender algumas coisas que levarei para o resto da vida. Preciso ressaltar que algo que amenizava as dificuldades encontradas era a interação com colegas e tutoras de Polo. Juntas, compartilhamos nossas angustias e ansiedades e foi juntas que conquistamos muitas aprendizagens.
Aprendizagens que passamos a carregar conosco e que começaram a transformar nossas vidas tanto pessoal como profissional.
A partir de tais reflexões procurei inserir em meu planejamento atividades práticas e significativas principalmente para os meus alunos. O resgate de memórias e locais de memórias trazendo para o contexto atual fazendo com crianças e adultos possam reconhecer-se como sujeitos ativos na sociedade.
No ambientes virtuais, como por exemplo, participação nos Fóruns, percebe-se uma postura mais segura de minhas ideias, interagindo significativamente com demais colegas e professores.
Entretanto, pessoalmente, algo ficou marcado, no decorrer deste semestre, isto é, as minhas dificuldades com o domínio das tecnologias se fez muito presente. Talvez nem tenham sido percebidas por professores e colegas, pois sempre estive com as atividades em dia, mas chorei, de raiva e frustração realizando as atividades relacionadas a interdisciplina de Tecnologia na Educação.
Segundo Piaget, para aprender é preciso desestruturar para aprender reconstruir. Acredito que foi assim que consegui aprender algumas coisas que levarei para o resto da vida. Preciso ressaltar que algo que amenizava as dificuldades encontradas era a interação com colegas e tutoras de Polo. Juntas, compartilhamos nossas angustias e ansiedades e foi juntas que conquistamos muitas aprendizagens.
Aprendizagens que passamos a carregar conosco e que começaram a transformar nossas vidas tanto pessoal como profissional.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Semestre 2007-2
Neste semestre realizamos sete interdisciplinas, nossa fiquei toda atrapalhada com tantas atividades para administrar. Entretanto o que no início se mostrou como dificuldades, com o decorrer do tempo, tornou-se prazerosas. Comecei colocar em prática algumas atividades sugeridas como as dicas de teatro, de como trabalhar música e também ludicidade e literatura na sala de aula.
Visitamos a VI Bienal da Arte, em Porto Alegre, aprendi muito, principalmente a perceber elementos que os artistas colocam em suas obras que passam uma mensagem de leitura de mundo.
O uso das tecnologias passam s ser inseridos na minha prática docente através de parcerias estabelecidas com colegas. Também percebe-se que a minha construção escrita evoluiu, passando a trazer algumas reflexões sobre a teoria e a prática docente.
Pelas minhas postagens, tanto no blog como no webfólio, nota-se uma regularidade e pontualidade, uma preocupação de articular as leituras lidas com as atividades práticas realizadas na minha própria sala de aula.
Continuava indo ao Polo de três a quatro vezes semanais, neste ambiente havia uma forma de compartilhar as dificuldades e limitações, tendo sempre o amparo das tutoras.
Foi nesse eixo que tivemos nosso primeiro workshop, nossa como fiquei nervosa, tudo era novidade, mas no final deu tudo certo.
Neste semestre a minha pessoa, o meu eu, começa a ter certeza de ter feito a escolha certa do curso, apesar de tantas atividades, da organização do tempo e ter que deixar a família de lado para a dedicação aos estudos e trabalho.
Visitamos a VI Bienal da Arte, em Porto Alegre, aprendi muito, principalmente a perceber elementos que os artistas colocam em suas obras que passam uma mensagem de leitura de mundo.
O uso das tecnologias passam s ser inseridos na minha prática docente através de parcerias estabelecidas com colegas. Também percebe-se que a minha construção escrita evoluiu, passando a trazer algumas reflexões sobre a teoria e a prática docente.
Pelas minhas postagens, tanto no blog como no webfólio, nota-se uma regularidade e pontualidade, uma preocupação de articular as leituras lidas com as atividades práticas realizadas na minha própria sala de aula.
Continuava indo ao Polo de três a quatro vezes semanais, neste ambiente havia uma forma de compartilhar as dificuldades e limitações, tendo sempre o amparo das tutoras.
Foi nesse eixo que tivemos nosso primeiro workshop, nossa como fiquei nervosa, tudo era novidade, mas no final deu tudo certo.
Neste semestre a minha pessoa, o meu eu, começa a ter certeza de ter feito a escolha certa do curso, apesar de tantas atividades, da organização do tempo e ter que deixar a família de lado para a dedicação aos estudos e trabalho.
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