8ª - INTEGRIDADE x DESESPERO - O oitavo e último estágio no esquema eriksoniano corresponde grosseiramente ao período em que os principais esforços do indivíduo aproximam-se do fim e há tempo para a reflexão - e para o desfrute dos netos, quando existem. A dimensão psicossocial que ganha destaque durante esta fase, ten a integridade num extremo e o senso de desespero, no outro. O senso de integridade ocorre, ou seja, decorre da capacidade do indivíduo de apreciar em retrospecto toda a sua vida com alto grau de satisfação. Na outra extremidade fica o indivíduo que revê a própria vida como uma série de oportunidades e direções perdidas. Então, no ocaso da vida, entende que é tarde demais para começar de novo, Para alguém assim, o resultado inevitável é o senso de desespero pelo que poderia ter sido.
Idosos cheios de vida( A melhor idade)
O meu grupo( Elci, Fabiana, Maribel, Tatiana C, Silvia e Simone Schalau), ficou com o tema “ A Melhor Idade” ( Integridade x Desespero). O tema, apesar de não ter muitos autores que falam sobre isso é muito interessante de investigar e descobrir qual é o perfil dessa classe de pessoas que são de uma representatividade grande em nossa sociedade, mas que não são devidamente valorizados e respeitados em nosso meio social.
Segundo a Organização Mundial da Saúde(OMS), é idoso nos países desenvolvidos aqueles que têm 65 anos ou mais. Já nos países em desenvolvimento( como o Brasil), essa faixa etária cai para 60 anos. O aumento da população idosa no Brasil é conseqüência do crescimento da esperança de vida ao nascer combinado com a queda do nível geral da fecundidade.
Segundo o geriatra João Senger, que é diretor científico da Sociedade Brasileira de geriatria e gerontologia Regional Rio Grande do Sul, o envelhecimento da população dos países desenvolvidos se resume o seguinte principio: há mais idosos porque mais pessoas sobrevivem à idade de 65 anos como conseqüência de uma notável queda das taxas de mortalidade infantil e geral, em virtude de melhores condições de vida( econômicas, dietéticas , sociais e sanitárias). Além disso, o envelhecimento é maior porque há menos pessoas jovens em razão da grande redução do índice de natalidade, o que aumenta a proporção de idosos no conjunto da população. Segundo Senger, cada um de nós começou a envelhecer antes mesmo de nascer e continuará envelhecendo durante toda a sua existência. “O envelhecimento é um processo natural e deve ser acolhido de braços abertos, porque a alternativa é a morte”, destaca o geriatra.
Fonte: NH- Viver com saúde, 29/09 a 05/10/2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Constuções concepções de mundos: a perpectiva Marxista e a educação.
Construções de concepções de mundo: a perspectiva marxista de educação.
"A doutrina materialista relativa à mudança de circunstâncias e à educação esquece que elas são alteradas pelo homem e que o educador deve ser ele próprio educado. Portanto, esta doutrina deve dividir a sociedade em duas partes, uma das quais [os educadores] é superior à sociedade. A coincidência da mudança de circunstâncias e da actividade humana ou da auto-mudança pode ser concebida e racionalmente entendida apenas como prática revolucionária".
Marx
Essa afirmação de Karl Marx, que fundou a doutrina marxista na década de 1840, onde revolucionou o pensamento filosófico, especialmente pelas conotações políticas explicitas nas suas idéias. Também da ênfase para a alienação presente na sociedade e declara que o homem está sempre em processo de mudança desde que nasce até a morte. Mas a sociedade como um todo sofreu e sofre mudanças influenciadas pelo sistema. Sistema esse de capitalismo, onde os dominantes procuram manter-se no poder, acumulando riquezas materiais mantendo sempre o controle, principalmente através do sistema educacional para reproduzir um modelo de cidadão politicamente e socialmente “correto” que venha de encontro aos interesses dos dominantes.
No Brasil temos uma trajetória histórica da educação que vem desde dos tempos do Brasil colônia(1500/18220) com a educação jesuítica de catequese, passando pelo Brasil Império(1822/1889) com o Elitismo, Escolas Étnicas e a Educação nas Constituições. O Brasil República ( a partir de 1889) evoluiu bastante, principalmente em relação a educação, principalmente no que se refere a obrigatoriedade da escola pública, o direito de todos dedes da Educação Infantil até o Ensino Médio.
Existe uma distância muito grande entre o que está na constituição que rege o Sistema de Educação do Brasileiro e o que realmente está na prática.O nosso sistema de Ensino ainda reproduz um modelo de educação que atende aos interesses do capitalismo ainda oferecendo uma educação visa formar cidadão para serem inseridos no mercado de trabalho. E o mercado de trabalho segue as tendências mundiais com a globalização, neoliberalismo. Como que as chamadas classes populares poderão ter acesso a uma educação de qualidade, que possibilitem formar pessoas realmente aptas e capazes de transformar a realidade que as cercam se o sistema ainda não oferece a escola que realmente precisamos. Citando como exemplo o nosso município (Sapiranga), que ainda não consegue atender toda a demanda de Educação Infantil, as escolas Estaduais perdem muito em qualidade por falta de professores, faltam recursos básicos, estrutura física e outros.
Segundo Mézáros, que nos proporciona um diálogo entre a teoria marxista e sua evolução até os dias de hoje em nossa sociedade: “A alienação é um tipo de controlador do capital, que não se preocupa como destino do planeta, mas com sua própria reprodução infinita. A ironia da humanidade é que conseguiu desenvolver instrumento suficiente para manter-se, para que todos tenham o que comer, mas são usados para estimular uma realidade destrutiva. A lógica do capital é estimular a alienação, pois faz com que a população aceite esse paradoxo. A alienação leva a racionalização da insanidade, o que cria a ilusão de ser a ordem correta das coisas. É o modo como se gera a ideologia dominante”. É comum encontrarmos determinadas posturas em pais e até mesmos professores de que a educação é para quem pode, como se o fato dos menos favorecidos estarem fadados a levarem o rótulo de “incapazes” para não dizer “burros” pelo fato de terem dificuldades de freqüentarem a escola com o mesmo êxito dos que têm mais. Podemos citar o exemplo do acesso as universidades públicas, onde a grande maioria dos que entram pelo atual sistema, são os que podem freqüentar cursinhos pré-vestibular, tem todos os recursos necessários para uma boa aprendizagem desde da mais tenra idade. E o principal de tudo não têm que trabalhar para se sustentar ou ajudar a família. Como podemos chamar isso de direitos iguais, que se não estudam é por que não querem, são vadios...
O que devemos fazer nós, professores, como sujeitos ativos dessa concepção???
"A doutrina materialista relativa à mudança de circunstâncias e à educação esquece que elas são alteradas pelo homem e que o educador deve ser ele próprio educado. Portanto, esta doutrina deve dividir a sociedade em duas partes, uma das quais [os educadores] é superior à sociedade. A coincidência da mudança de circunstâncias e da actividade humana ou da auto-mudança pode ser concebida e racionalmente entendida apenas como prática revolucionária".
Marx
Essa afirmação de Karl Marx, que fundou a doutrina marxista na década de 1840, onde revolucionou o pensamento filosófico, especialmente pelas conotações políticas explicitas nas suas idéias. Também da ênfase para a alienação presente na sociedade e declara que o homem está sempre em processo de mudança desde que nasce até a morte. Mas a sociedade como um todo sofreu e sofre mudanças influenciadas pelo sistema. Sistema esse de capitalismo, onde os dominantes procuram manter-se no poder, acumulando riquezas materiais mantendo sempre o controle, principalmente através do sistema educacional para reproduzir um modelo de cidadão politicamente e socialmente “correto” que venha de encontro aos interesses dos dominantes.
No Brasil temos uma trajetória histórica da educação que vem desde dos tempos do Brasil colônia(1500/18220) com a educação jesuítica de catequese, passando pelo Brasil Império(1822/1889) com o Elitismo, Escolas Étnicas e a Educação nas Constituições. O Brasil República ( a partir de 1889) evoluiu bastante, principalmente em relação a educação, principalmente no que se refere a obrigatoriedade da escola pública, o direito de todos dedes da Educação Infantil até o Ensino Médio.
Existe uma distância muito grande entre o que está na constituição que rege o Sistema de Educação do Brasileiro e o que realmente está na prática.O nosso sistema de Ensino ainda reproduz um modelo de educação que atende aos interesses do capitalismo ainda oferecendo uma educação visa formar cidadão para serem inseridos no mercado de trabalho. E o mercado de trabalho segue as tendências mundiais com a globalização, neoliberalismo. Como que as chamadas classes populares poderão ter acesso a uma educação de qualidade, que possibilitem formar pessoas realmente aptas e capazes de transformar a realidade que as cercam se o sistema ainda não oferece a escola que realmente precisamos. Citando como exemplo o nosso município (Sapiranga), que ainda não consegue atender toda a demanda de Educação Infantil, as escolas Estaduais perdem muito em qualidade por falta de professores, faltam recursos básicos, estrutura física e outros.
Segundo Mézáros, que nos proporciona um diálogo entre a teoria marxista e sua evolução até os dias de hoje em nossa sociedade: “A alienação é um tipo de controlador do capital, que não se preocupa como destino do planeta, mas com sua própria reprodução infinita. A ironia da humanidade é que conseguiu desenvolver instrumento suficiente para manter-se, para que todos tenham o que comer, mas são usados para estimular uma realidade destrutiva. A lógica do capital é estimular a alienação, pois faz com que a população aceite esse paradoxo. A alienação leva a racionalização da insanidade, o que cria a ilusão de ser a ordem correta das coisas. É o modo como se gera a ideologia dominante”. É comum encontrarmos determinadas posturas em pais e até mesmos professores de que a educação é para quem pode, como se o fato dos menos favorecidos estarem fadados a levarem o rótulo de “incapazes” para não dizer “burros” pelo fato de terem dificuldades de freqüentarem a escola com o mesmo êxito dos que têm mais. Podemos citar o exemplo do acesso as universidades públicas, onde a grande maioria dos que entram pelo atual sistema, são os que podem freqüentar cursinhos pré-vestibular, tem todos os recursos necessários para uma boa aprendizagem desde da mais tenra idade. E o principal de tudo não têm que trabalhar para se sustentar ou ajudar a família. Como podemos chamar isso de direitos iguais, que se não estudam é por que não querem, são vadios...
O que devemos fazer nós, professores, como sujeitos ativos dessa concepção???
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Projeto de Apendizagem
Projetos de Aprendizagem
Está sendo bastante proveitoso o processo de aprendizagem que estamos vivenciando em Seminário Integrador e Projetos... Para mim e acredito que para o grupo, temos tidos experiências interessantes no sentido de elaborar, planejar... E quando pensamos que estamos no caminho certo, vem as intervenções de que precisamos repensar, reelaborar. Mas é através desse processo de avanços e retrocessos que aprendemos a construir e refletir sobre aquilo que queremos saber.
Uma das dificuldades encontrada pelo meu grupo(5), é o fato de não nos colocarmos na posição de alunos, mas sim de professoras que somos; e, em vez de buscarmos coisas a aprender, buscamos para ensinar. Na verdade aquilo que aprendemos automaticamente acabaremos compartilhando com nossos educando, pois, são processos que estão interligados.
Nesse momento é importante destacar a troca que estamos obtendo tanto com as colegas de grupo, que é muito rico quanto com a Prof. Liliana, e tutoras. É através da intervenção que percebemos o que devemos fazer e o que devemos buscar.
Finalizo esta postagem com uma citação: “... o dialogo é uma espécie de postura necessária, na medida em que os seres humanos se transformam cada vez mais em seres criticamente comunicativos. O diálogo é o momento em que os humanos se encontram para refletir sobre sua realidade tal como a fazem e re-fazem”, Paulo Freire e Ira Shoer, Medo e ousadia(p. 123
Está sendo bastante proveitoso o processo de aprendizagem que estamos vivenciando em Seminário Integrador e Projetos... Para mim e acredito que para o grupo, temos tidos experiências interessantes no sentido de elaborar, planejar... E quando pensamos que estamos no caminho certo, vem as intervenções de que precisamos repensar, reelaborar. Mas é através desse processo de avanços e retrocessos que aprendemos a construir e refletir sobre aquilo que queremos saber.
Uma das dificuldades encontrada pelo meu grupo(5), é o fato de não nos colocarmos na posição de alunos, mas sim de professoras que somos; e, em vez de buscarmos coisas a aprender, buscamos para ensinar. Na verdade aquilo que aprendemos automaticamente acabaremos compartilhando com nossos educando, pois, são processos que estão interligados.
Nesse momento é importante destacar a troca que estamos obtendo tanto com as colegas de grupo, que é muito rico quanto com a Prof. Liliana, e tutoras. É através da intervenção que percebemos o que devemos fazer e o que devemos buscar.
Finalizo esta postagem com uma citação: “... o dialogo é uma espécie de postura necessária, na medida em que os seres humanos se transformam cada vez mais em seres criticamente comunicativos. O diálogo é o momento em que os humanos se encontram para refletir sobre sua realidade tal como a fazem e re-fazem”, Paulo Freire e Ira Shoer, Medo e ousadia(p. 123
Criança Colorada.

O município de Sapiranga participa através da ISMED do Projeto Criança Colorada. Neste último domingo 21/09/2008, foram 44 alunos do de 4 escolas do município, para visitar o Estádio Beira Rio e assistir ao jogo Inter x Vitória. Confesso que eu, apesar de ser colorada, não estava muito empolgada, pois, sempre acreditei que nesses ambientes há muita baixaria. Mas foi com imensa supresa que vivi momentos de energia pura, de perceber os olhos de meus alunos deslunbrados, vibrantes, de poderem curtir algo que até então somente fossem cultivados em sonho. Por algumas horas nossas crianças sentiram-se como atores de um espetáculo. São essas pequenas ações que fazem sentido e proporcionam mais alegria e prazer na participação de nossos alunos na escola.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
A Escola...

Neste inicio de semestre temos discutido nas interdisciplinas(Organização da escola, Gestão da escola e Escola Cultura e Sociedade), a escola. Nessa ênfase temos todo o processo histórico para compreendermos um pouco o presente.`Penso que temos uma escola burocrática, onde prevalecem aspectos administrativos em detrimentos dos pedagógicos; existe pouca autonomia das escolas, ainda falta atualização constante para os professores e uma escola que reproduz o sistema. Os professores são desvalorizados socialmente, o papel do professor parece que decaiu frente a sociedade.
Mas o que a maioria dos envolvidos e preocupados com educação querem é uma escola que valorize o indivíduo, que favoreça um crescimento pessoal, preocupando-se com o corpo e o espírito do aluno e o seu processo de inserção à vida. Precisamos formar e qualificar alunos cidadãos e conscientes do poder de tranformações que nós seres humanos somos capazes.
Marcadores:
Cultura e Sociedade,
Gestão da Escola,
Organização da escola.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Projetos e aprendizagens tecnológicas eixo V

Hoje, gostaria de comentar um pouquinho sobre as tecnologia, tão presentes em meu cotidiano desde de que iniciei este curso. Comprei e aprendi usar o pendrivi, e isso está facilitando bastante a minha vida, pois, passei a usar o noot book que havia comprado a mais de um ano e não o usava por achar dificil. Mas é justamente o contrário facilita um monte.Agora faço as minhas atividades em casa, mas continuo indo ao Pólo, para fazer uso da internet.
Com a ajuda das tutoras do Pólo criei meu MSN e ontem(09/09)usei-o pela primeira vez par falar dos Projetos de Aprendizagens com a Prof. Liliana. Nossa, eu estava toda atrapalhada...
Por falar em Projetos de aprendizagens, parece que finalmentwe nosso grupo(05) conseguiu conectar-se para iniciarmos os trabalhos. Sei que alguns trabalhos são necessários serem feitos em grupos, mas, sinceramente, desculpem-me a quem gosta, não tenho muita paciência com a paciência que alguns colegas têm para fazer as atividades, deixando para a última hora. Prefiro fazer aos poucos, mas com antecedência, ao contrário da maioria...
Falando da parte boa de se trabalhar em grupo são as trocas de aprendizagens, as relações que estabelecemos, que vão além de estudantes, formando vínculos afetivos de amizades, que fazem crescer como seres humanos.
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